
Às vezes me confundem com uma boneca, me usam, brincam comigo e depois me largam por aí, fico esquecida e perdida. Costumavam dizer que me amavam e que não viviam sem mim, que nunca iam me deixar, que seria pra sempre… mentiram. Sou tão ingênua e boba, ao ponto de acreditar em palavras que só saíam da boca e não do coração, de palavras que me faziam sorrir e hoje me fazem chorar. —Paula Férfer